Sei perfeitamente que a música é muito importante para mim; sei-o diariamente porque a música vive comigo.
Porém, há alturas em que me apercebo de algo mais: a música pauta completamente a minha existência e todos os momentos e fases da minha vida têm invariavelmente músicas agarradas.
Desde o meu primeiro ano de vida até há uns 8 anos atrás, passei todos os meus Verões em Moledo do Minho, juntamente com a minha família mais próxima, em especial com o meu primo Óscar que foi sempre o meu grande companheiro. As férias nada tinham de invulgar; casa, praia, televisão, palhaçada, sendo que o objectivo era precisamente esse; computadores e outros que tais eram expressamente proibidos (e muito bem) pelos meus pais.
Ora, como não poderia deixar de ser, tinha de haver música à mistura. Havia uma pequena aparelhagem, a minha primeira, que eu levava religiosamente comigo.
Lembro-me de haver um ano (devia eu ter os meus 12 anos, talvez) em que, durante as duas ou três semanas que lá estivemos, ouvimos única e exclusivamente um álbum: Americana dos Offspring.
É extremamente engraçado eu olhar para esse álbum e perceber que uma banda que me é quase desconhecida, com um estilo musical que hoje não me diz praticamente nada, marcou completamente uma fase da minha vida.
Ainda hoje, anos e anos depois, ouço estes temas (e canto-os de cor) e revejo nitidamente esses tempos.
Adoro esta ideia de momentos e pessoas estarem fortemente ligados a músicas. Um dia, faço uma colectânea da minha vida :)
P.S. Isto acabou por sair um sarrabisco sem interesse nenhum. É mais um desabafo nostálgico do que outra coisa mas... who cares?
Porém, há alturas em que me apercebo de algo mais: a música pauta completamente a minha existência e todos os momentos e fases da minha vida têm invariavelmente músicas agarradas.
Desde o meu primeiro ano de vida até há uns 8 anos atrás, passei todos os meus Verões em Moledo do Minho, juntamente com a minha família mais próxima, em especial com o meu primo Óscar que foi sempre o meu grande companheiro. As férias nada tinham de invulgar; casa, praia, televisão, palhaçada, sendo que o objectivo era precisamente esse; computadores e outros que tais eram expressamente proibidos (e muito bem) pelos meus pais.
Ora, como não poderia deixar de ser, tinha de haver música à mistura. Havia uma pequena aparelhagem, a minha primeira, que eu levava religiosamente comigo.
Lembro-me de haver um ano (devia eu ter os meus 12 anos, talvez) em que, durante as duas ou três semanas que lá estivemos, ouvimos única e exclusivamente um álbum: Americana dos Offspring.
É extremamente engraçado eu olhar para esse álbum e perceber que uma banda que me é quase desconhecida, com um estilo musical que hoje não me diz praticamente nada, marcou completamente uma fase da minha vida.
Ainda hoje, anos e anos depois, ouço estes temas (e canto-os de cor) e revejo nitidamente esses tempos.Adoro esta ideia de momentos e pessoas estarem fortemente ligados a músicas. Um dia, faço uma colectânea da minha vida :)
P.S. Isto acabou por sair um sarrabisco sem interesse nenhum. É mais um desabafo nostálgico do que outra coisa mas... who cares?

2 comentários:
L!NGU@$ disse...
Quem não passou pela fase "álbum Americana dos OffSpring"? Eu também passei. :P
Unknown disse...
Também já me passou pela cabeça essa ideia de fazer uma "colectânea da minha vida", mas a minha seria demasiado esquizofrénica (sublinhe-se o "demasiado"). Acho que mais rapidamente farei uma colectânea cronológica da melhor música feita durante a minha existência — o que é bem diferente, pois, apesar de englobar os meus anos preferidos (musicalmente falando), reunirá muita música antiga que só mais recentemente descobri.
E sim, toda a gente foi marcada pelo «Americana» na sua adolescência (ou, no caso do L!NGU@$, na meia-idade). Sobretudo quem, como eu, colou no grandioso «Crazy Taxi». :D