Não faço ideia por onde começar. Sempre usei este espaço com alguma moderação no que toca a assuntos pessoais; perdoem-me a excepção de hoje.
Hoje falo sobre felicidade. Para mim, felicidade são pequenos momentos que, por insignificantes que sejam à vista de outros, nos acompanharão para sempre nas nossas memórias.
Vejo agora encerrada uma fase da minha vida em que, indubitavelmente, fui feliz. Foi inesperado, intenso, puro, ingénuo, verdadeiro e muito, muito bom.
É complicado quando temos de fazer o balanço e perceber que a mesma pessoa que nos fez imensamente feliz nos faz imensamente triste, mas, assim o dizem, é a lei da vida.
Supostamente estas vivências servem para nos fortalecer e nos dar experiência mas, caramba, dói aprender!
Tu, não importa quem, ficas a saber que fizeste alguém muito feliz; acho que te deves sentir bem por isso. Vivi 7551 dias e tu és responsável pelo mais feliz e por hoje, o mais triste.
Resta dizer que me sinto feliz pelas pessoas que tenho à minha volta. Os meus pais, os meus amigos. Vocês fazem-me sentir importante, uma vez na vida, mostrando preocupação e fazendo-me companhia. Não conseguiria saltar o muro sem vocês.
Assim sendo, o lápis, completamente sem ponta e sem vontade alguma de afiar, sobrevive a mais esta e terá, certamente, muitas outras páginas para escrever, sobre outros pássaros e sobre outras cores que não o verde.
A minha vida está sem título, tal como este post.
Hoje falo sobre felicidade. Para mim, felicidade são pequenos momentos que, por insignificantes que sejam à vista de outros, nos acompanharão para sempre nas nossas memórias.
Vejo agora encerrada uma fase da minha vida em que, indubitavelmente, fui feliz. Foi inesperado, intenso, puro, ingénuo, verdadeiro e muito, muito bom.
É complicado quando temos de fazer o balanço e perceber que a mesma pessoa que nos fez imensamente feliz nos faz imensamente triste, mas, assim o dizem, é a lei da vida.
Supostamente estas vivências servem para nos fortalecer e nos dar experiência mas, caramba, dói aprender!
Tu, não importa quem, ficas a saber que fizeste alguém muito feliz; acho que te deves sentir bem por isso. Vivi 7551 dias e tu és responsável pelo mais feliz e por hoje, o mais triste.
Resta dizer que me sinto feliz pelas pessoas que tenho à minha volta. Os meus pais, os meus amigos. Vocês fazem-me sentir importante, uma vez na vida, mostrando preocupação e fazendo-me companhia. Não conseguiria saltar o muro sem vocês.
Assim sendo, o lápis, completamente sem ponta e sem vontade alguma de afiar, sobrevive a mais esta e terá, certamente, muitas outras páginas para escrever, sobre outros pássaros e sobre outras cores que não o verde.
A minha vida está sem título, tal como este post.

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