Hoje, assisti ao concerto de Andy McKee, no auditório da Casa das Artes de Arcos de Valdevez.
Foi com enorme surpresa e satisfação que soube da vinda deste guitarrista norte-americano, por mim apreciado há já bastante tempo, à terrinha mesmo ao lado; não podia faltar.

O espectáculo foi fantástico, na minha opinião. Para começar, nunca tinha tido oportunidade de ver ao vivo um guitarrista do estilo fingerstyle.
O som estava bom, a sala não estava cheia e o público portou-se bem (coisa que nem sempre acontece nos espectáculos realizados naquele auditório); o ambiente estava, na minha opinião, digno de uma boa noite de música.
Esse ambiente foi, sem dúvida alguma, criado pelo enorme sentido de humor e boa disposição de McKee, que se dirigiu constantemente ao público, sempre de uma forma simpática e humilde.
Faltou, infelizmente, a famosa guitarra-harpa que o guitarrista costuma usar. Pelo que explicou, o instrumento ficou danificado durante a tour, encontrando-se em reparação.
No fim do concerto (e ao contrário do que se passou com o último artista [português, desta feita] que vi neste auditório, por estar «constipado» e «ter tido três concertos»), o músico dirigiu-se ao hall do edifício para dar autógrafos, tirar fotografias e falar com as pessoas. Fê-lo sempre com a maior simpatia possível, durante uns bons vinte minutos.
Foi nessa altura que, por ter completado 30 anos minutos antes, teve direito a ouvir a música de parabéns, cantada em inglês e português, por uma dúzia de fãs que se encontravam junto a ele.
Por isto e por tudo o que acima referi, resta dizer: Parabéns, Andy McKee!
Foi com enorme surpresa e satisfação que soube da vinda deste guitarrista norte-americano, por mim apreciado há já bastante tempo, à terrinha mesmo ao lado; não podia faltar.

O espectáculo foi fantástico, na minha opinião. Para começar, nunca tinha tido oportunidade de ver ao vivo um guitarrista do estilo fingerstyle.
O som estava bom, a sala não estava cheia e o público portou-se bem (coisa que nem sempre acontece nos espectáculos realizados naquele auditório); o ambiente estava, na minha opinião, digno de uma boa noite de música.
Esse ambiente foi, sem dúvida alguma, criado pelo enorme sentido de humor e boa disposição de McKee, que se dirigiu constantemente ao público, sempre de uma forma simpática e humilde.
Faltou, infelizmente, a famosa guitarra-harpa que o guitarrista costuma usar. Pelo que explicou, o instrumento ficou danificado durante a tour, encontrando-se em reparação.
No fim do concerto (e ao contrário do que se passou com o último artista [português, desta feita] que vi neste auditório, por estar «constipado» e «ter tido três concertos»), o músico dirigiu-se ao hall do edifício para dar autógrafos, tirar fotografias e falar com as pessoas. Fê-lo sempre com a maior simpatia possível, durante uns bons vinte minutos.
Foi nessa altura que, por ter completado 30 anos minutos antes, teve direito a ouvir a música de parabéns, cantada em inglês e português, por uma dúzia de fãs que se encontravam junto a ele.
Por isto e por tudo o que acima referi, resta dizer: Parabéns, Andy McKee!

1 comentário:
Unknown disse...
Olha, outro McKee que eu não conhecia.