Sou o dono de um Opel Frontera de 97. Gosto imenso do carro, mas os seus 12 aninhos têm-se manifestado de quando em vez. Já não tem ABS, já ficou sem embraiagem, costuma ter problemas de sobreaquecimento, entre outras peripécias. A última é bastante caricata. Por vezes, os piscas do lado direito ficam acesos, ainda que não tenham sido activados, mesmo depois de se desligar o carro. Quando digo acesos digo *mesmo* acesos; os piscas não piscam.
Isto parece tudo muito bonito mas, garanto-vos, não é. Da primeira vez que me aconteceu este episódio, tratei de retirar o carro da garagem e deixá-lo, durante a noite, num desnível, pois o pisca ligado consome a energia da bateria e, estando o carro numa descida, era bem mais fácil pô-lo a trabalhar. Assim fiz e correu tudo bem.
Hoje, ao início da tarde, alertaram-me que o meu carro tinha "luzes acesas".
"Pronto, lá vamos nós outra vez!", pensei.
O problema foi que o carro estava encafifado na minha garagem, dois pisos debaixo do chão.
Lá fui, rapidamente, ainda com esperanças de que a bateria tivesse aguentado, mas sem sucesso; o carro estava morto.
Telefonei para o serviço de assistência em viagem da minha companhia de seguros e, dali a uns 40 minutos, chegou um reboque para me ajudar.
Quando, no primeiro contacto que tive com o senhor-do-reboque, vi que as suas primeiras palavras foram "mas que filho da $#&@", não demorei muito a perceber que a minha vida estava, definitivamente, a andar para trás: o reboque tinha avariado.
E pronto, ali estava eu, a ver o senhor-do-reboque a telefonar a outro senhor-do-reboque para o vir rebocar.
Tinha piada (para vocês) se a história se tivesse prolongado sempre neste padrão, mas não. Os senhores-dos-reboques lá me desenrascaram e segui viagem, com menos três horas de vida.
Por isso, vos digo: quando os piscas não piscam, espera-vos berbicacho.
Isto parece tudo muito bonito mas, garanto-vos, não é. Da primeira vez que me aconteceu este episódio, tratei de retirar o carro da garagem e deixá-lo, durante a noite, num desnível, pois o pisca ligado consome a energia da bateria e, estando o carro numa descida, era bem mais fácil pô-lo a trabalhar. Assim fiz e correu tudo bem.
Hoje, ao início da tarde, alertaram-me que o meu carro tinha "luzes acesas".
"Pronto, lá vamos nós outra vez!", pensei.
O problema foi que o carro estava encafifado na minha garagem, dois pisos debaixo do chão.
Lá fui, rapidamente, ainda com esperanças de que a bateria tivesse aguentado, mas sem sucesso; o carro estava morto.
Telefonei para o serviço de assistência em viagem da minha companhia de seguros e, dali a uns 40 minutos, chegou um reboque para me ajudar.
Quando, no primeiro contacto que tive com o senhor-do-reboque, vi que as suas primeiras palavras foram "mas que filho da $#&@", não demorei muito a perceber que a minha vida estava, definitivamente, a andar para trás: o reboque tinha avariado.
E pronto, ali estava eu, a ver o senhor-do-reboque a telefonar a outro senhor-do-reboque para o vir rebocar.
Tinha piada (para vocês) se a história se tivesse prolongado sempre neste padrão, mas não. Os senhores-dos-reboques lá me desenrascaram e segui viagem, com menos três horas de vida.
Por isso, vos digo: quando os piscas não piscam, espera-vos berbicacho.

3 comentários:
coraline disse...
Mas que lindo serviço.
Unknown disse...
Jovem, são merdas. Tens de levar na desportiva. :)
hoppipolla disse...
de 96, jovem! :D