... cá estou eu; vivo (apesar de já ter estado mais). Pois é, o lápis esteve sem ponta e só agora tive tempo/paciência para o afiar.
Nos entretantos, passaram-se alguns episódios caricatos que passo a descrever.
Digamos que, lá para o meio do mês de Dezembro, durante uma actuação, ao ar livre, com o Primavera, fiquei doente. Dias depois, já com 2008 de malas à porta, rumei à cidade de Toronto, no Canadá, onde passei uma semana e tive a oportunidade de tocar para uma comunidade de portugueses, também com o projecto Primavera. Ah, ainda doente! Apesar do enorme frio, a minha situação manteve-se mais ou menos estável, talvez pela quantidade imensa de roupa que vestia todos os dias.
Cheguei a Portugal, no dia 5, para voltar de imediato às lides universitárias (sem piedade pelo jet lag). O meu corpo decidiu que ainda não tinha tido doença que chegasse e, por isso, toca a cozinhar uma amigdalite para animar a malta. Pois bem, tive a experiência encantadora de levar duas injecções de penicilina, tomar quantidades absurdas de comprimidos e ainda não estou recuperado.
Os abcessos que ganhei na garganta afectaram também o meu ouvido esquerdo, do qual ainda não consigo fazer uso completo; este facto levou a uma situação que considero algo caricata e que passo a descrever: o sistema de som que uso no computador é composto por duas colunas completamente independentes, pelo que cada uma tem o seu próprio controlo de volume. Hoje, dei por mim a aumentar o volume da coluna da esquerda para tentar simular a normalidade e, assim, poder ouvir música decentemente.Nos entretantos, passaram-se alguns episódios caricatos que passo a descrever.
Digamos que, lá para o meio do mês de Dezembro, durante uma actuação, ao ar livre, com o Primavera, fiquei doente. Dias depois, já com 2008 de malas à porta, rumei à cidade de Toronto, no Canadá, onde passei uma semana e tive a oportunidade de tocar para uma comunidade de portugueses, também com o projecto Primavera. Ah, ainda doente! Apesar do enorme frio, a minha situação manteve-se mais ou menos estável, talvez pela quantidade imensa de roupa que vestia todos os dias.
Cheguei a Portugal, no dia 5, para voltar de imediato às lides universitárias (sem piedade pelo jet lag). O meu corpo decidiu que ainda não tinha tido doença que chegasse e, por isso, toca a cozinhar uma amigdalite para animar a malta. Pois bem, tive a experiência encantadora de levar duas injecções de penicilina, tomar quantidades absurdas de comprimidos e ainda não estou recuperado.
Com tudo isto quero chegar ao seguinte: não sei quem é a entidade que controla isto das doenças, mas fica aqui o meu apelo. Já estou doente há um mês, não ouço do ouvido esquerdo, tenho o rabo dorido das injecções, tenho o nariz entupido, não consigo comer/beber decentemente pois a garganta mata-me. Posto isto, acho que é justo dizer que já cumpri a minha pena!

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